História do “Círculo da Cultura”

O Circulo Cultural Mirense faz parte integrante da História e do Património Cultural da Vila de Mira de Aire.

Descubra aqui alguns trechos daquela que foi uma história dos primórdios da Associação e de quem deu a sua vida em prol de um bem maior: o da Cultura da nossa Comunidade


 

A Associação teve o seu início no princípio da década de 70, mas os seus verdadeiros pilares –
a Música e o Teatro – foram erigidos por muitos Mirenses 
desde os anos 30, altura em que existem os primeiros registos de peças em cena e actuação de orquestras.

O Circulo Cultural Mirense faz parte integrante do Património Cultural da Vila de Mira de Aire. Tem actualmente mais de 500 sócios efectivos e serve toda a população de Mira de Aire e zonas vizinhas.

A Associação teve o seu início no princípio da década de 70, mas os seus verdadeiros pilares – a Música e o Teatro – foram erigidos por muitos Mirenses desde os anos 30, altura em que há os primeiros registos de peças em cena e actuação de bandas e orquestras.
A oficialização da Associação vem, finalmente, a acontecer no dia 5 de Junho de 1978.

1933

Em Dezembro de 1933 , o grupo leva a palco no antigo Cine-Teatro de Mira de Aire uma Revista Musical em 3 actos denominada «Na Terra das Menizas». Peça de Ernesto Morais, com músicas de Joaquim Mendes, Adelino Dias Baptista, Antonio Dias Baptista e Padre José Faria.

Torna-se assim costume em Mira de Aire, levar à boca de cena pelo Natal ou pela Páscoa, teatros ou revistas musicais que enriqueciam as Festas e as comemorações da Vila.

1943

Dezembro: Banda Filarmónica em formação, em dia de estreia de fardas, com estandarte e instrumentos

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Legenda (da esq. p/ a direita)
1ª Fila: Sebastião Raposo, Luís Teles, Guilhermino Lavado, Agostinho Lavado, João Silva, João Morais, Manuel Marto, Silvino “Chia”, Constantino Laranjo, Ângelo Laranjo, Adelino Ganhão.
2ª Fila: Eusébio Querido, João Lapa, António Amado, Armelim Mendes, Guilhermino Capôrro, Elviro Mendes, Mário Lavado, João Paisana, Adelino da Marta, Joaquim Rosa Querido.
3ª Fila: João do Raça, Américo “Pincho”, Chico Almeida, Afonso Almeida, Manuel Caetano, Joaquim Geada, Maestro Joaquim Mendes, Manuel Seabra, João “Xaruto”, Manuel “Pincho”, Fajardo, Etelvino Marto.
4ª Fila: João do Raça; Armando Reis Mendes.

1954

1 de Dezembro de 1954 – Transcrição do início do livro de registo de entradas e saídas da Sociedade Filarmónica:
“Nesta data tomou posse uma Comissão Reorganizadora da Sociedade Filarmónica Mirense, composta pelos Sr.s Dr. Manuel Brito Cruz, Artur Dias Baptista, Ilídio Martins Baptista, Albino Fiel Ferreira e Luiz Inácio Lavado, conforme foi dado conhecimento aos sócios, através da circular de Novembro, p.p.”

 

1956

31 de Maio e 3 de Junho de 1956 – Vai à cena em Mira de Aire a peça «A Recompensa», original de Ramada Curto.
No final é apresentado um acto de Variedades, com Direcção de Ilídio M. Baptista e colaboração do grupo Jazz Mirense. (foto disponível)


– Legenda da foto, da esq. para a direita:
Adriano Filipe, Celestina Querido, José Manuel Lopes, António Maria Tristão, Rionildo da Costa Esperança, Joaquim Querido, Ilídio Baptista, Jaime Caetano da Noiva, Argentina Marto Gomes, Armando Baptista (em baixo) e Dionísio Duque (em cima), José Maria Marto, Joaquina Gonçalves, ?, Ernesto Vermelho, Armelim Mendes

1956/7

Peça «Duas Leis» (foto disponível)

 

1957/58

A Orquestra Filarmónica tem a sua década áurea nos anos 50, altura em que adquire enorme importância principalmente a nível local e regional. Tem, nos anos de 1957 e 1958, o período mais prolífico em termos de actuações, altura em que acumula participações em diversas romarias, espectáculos, procissões e festas locais, a saber:
1957 – Janeiro Festas do Covão da Carvalha
– Fevereiro Festa de Alvados
– Março Clube União Mirense
Baile do Domingo Gordo
Baile de Carnaval
Festas de Santo António
– Maio Festa da Espiga do Covão da Carvalha
– Junho Festas do Casal Vieira
Baile da Oliva
Procissão do Corpo de Deus
– Julho Baile de S. Pedro
Festa do Verão (Mulheres)
– Agosto Festas da Nossa Senhora da Boa Morte
Festas de Alvados
– Setembro Festas do Casal Vieira
Festas de S. Mamede
– Outubro Festas de Alcaria
– Dezembro Baile de Passagem de Ano

1958 – Janeiro Baile (Rapazes)
– Fevereiro Baile do Carnaval
Festas de S. Silvestre
Festas de Alvados
– Maio Teatro em Mira de Aire
25º Aniversário da Vila de Mira de Aire
Baile
– Junho Festas do Covão do Coelho
– Agosto Festas da Nossa Senhora da Boa Morte
Festas do Vale Alto
Festas de S. Mamede
Festas de Alvados
Festas de Alcaria
– Dezembro Festas do Casal Vieira
Festa do Sr. José Izaquiel
Festas do Natal
Baila de Passagem de Ano

Ao mesmo tempo, em 1958, vai à cena a peça de teatro «Isto é Mira de Aire», da autoria de João Carreira.


(foto 34)

Legenda: À esquerda: Jaime Caetano, Manuel Baptista (“Balela”), Alcides Amado, Zé Maria Marto e Adriano Capaz Lopes. À direita: António Maria Tristão, Inolfo Capaz Lopes, José Manuel Lopes, – e Rionildo Esperança.


(foto 34/2)

Legenda
Em cima: Gabriela, Manuel Baptista (“Balela”), Ricardina Duque, Arnaldo (“Seiscentos”), José Maria Marto, Adriano Capaz Lopes, Vitor Lopes (“Chia”), António Maria Tristão, Honório Justo, Guilhermino Mendes, Artur Baptista, Inolfo Capaz Lopes, João Baptista, Adriano Filipe, Joaquim Mendes (atrás), Ernesto Vermelho (em baixo) e José Manuel Lopes. No meio: Rionildo Esperança, José Manuel Lopes, Pres. Junta Constantino Duque, Maria Alice Mendes, Luciana Duque, Ilídio Baptista, Diolinda Carreira, Fernanda Mendes, Albina Torrão, Carlos Ferreira, Argentina Marto, António Amado, Deolinda Prazeres (em baixo), Maria Eugénia Tristão, Ilda Maria, Armelim Mendes, Clarisse Rosário (em baixo), Virgínia Ascenço, Dionísio Duque, Isilda Ascenço, Armando Mendes, João Carreira (em baixo), Cesário Campaniço.
Em baixo: Aires Duque, Elisete Marto, Idalina Amado, Joaquina Gonçalves, Libânia Vieira, Paula Duque (em baixo), Lília Rodrigues, Rosa Rodrigues, Ivone Coimbra, Maria do Carmo Reis, -, Armando Baptista, – (de costas), Lebre Nascimento.

 

1959

As peças «Desculpa, ó Caetano» e «A Volta»

(foto disponível)

Legenda:
Em baixo: Isilda “Fusca”, Joaquina Gonçalves, Libânia Vieira, Ricardina Duque, Albina Torrão, Ilídio Baptista, Dionísio Duque, Arnaldo “600”, Adelino Caetano (atrás): Lília, Virgínia, José Manuel Lopes, Rosa Rodrigues, Aires Duque (atrás), Marília Otília Carreira e Fernanda Mendes (à frente), Anacleto Lopes e Armando Reis Mendes (atrás), Maria Eugénia Tristão, Argentina Marto, António Maria Tristão, José Maria Marto (atrás), Adriano Pessegueiro, Jaime Caetano, Rionildo Esperança (atrás), Joaquim Querido, António Amado, Guilhermino Mendes, Alcides Baptista, Constantino Duque (Presidente da Junta) e Armelim Mendes.

Este grupo de amadores adquire particular importância nos anos 60, altura em que, reunindo o potencial de todos os elementos do Teatro, Banda e Orquestra Típica, se produz a famosa “Opereta Mouraria“. Esta peça obtém um êxito enorme, quer em Mira de Aire quer nos arredores.

Também nesta década se junta um Rancho Folclórico ao grupo. Desde então, ficaram as raízes para a actual Associação Rancho Folclórico de Mira de Aire: com reaparecimento em 1993, no seio da Escola Nº2 do 1º Ciclo, sendo fundada oficialmente a 4 de Março de 1996.

1970

“No dia 27 de Janeiro de 1970, numa das dependências do Clube União Mirense, reuniram-se os seguintes senhores: Ilídio Martins Baptista, José António Brito Faria, Pe. João Vieira Trindade, Jaime Caetano da Noiva, Arlindo Dias Mendes, António Maria Mendes Tristão e Pe. Artur Ribeiro de Oliveira.
Motivou o encontro a necessidade de se organizar um círculo de cultura, que fosse a entidade coordenadora de manifestações artísticas a bem da população de Mira de Aire.
Foram lidas as bases de um ante-projecto de estatutos que, nas suas linhas gerais, afirmava “a necessidade premente de criar entre nós uma entidade coordenadora de tantos valores dispersos em ordem a uma maior formação e nível cultural da população proporcionando-lhe um meio de realização pessoal e comunitária na realização de espectáculos culturais, artísticos e recreativos”. Sublinhava a ideia de independência, afirmado-se “como colectividade autónoma, independente de qualquer instituição ou entidade, querendo subsistir por seus próprios meios”.
Discutido e aprovado o ante-projecto na sua generalidade, resolveu-se ir completando as presentes normas à medida que a iniciativa fosse tomando corpo.
A Comissão reunida decidiu dirigir um convite para colaborar aos senhores Rogério Fernandes Venâncio, Gentil Duarte e Dionísio Noivo Duque.
Procedeu-se, em seguida, à distribuição de cargos. Para dar início às actividades, a organização ficou como segue:
Constituiu-se uma direcção composta pelos senhores Pe. João Vieira Trindade, José António Brito Faria, Jaime Caetano da Noiva, Dionísio Noivo Duque e António Maria Mendes Tristão.
Como responsáveis do Grupo Teatral, foram nomeados os senhores Ilídio Martins Baptista e Rogério Fernandes Venâncio e para orientar a Orquestra Típica e o Coral foram indigitados os senhores Armelim Dias Mendes e Pe. Artur Ribeiro de Oliveira.
Nada mais de interesse há a assinalar do referido encontro pelo que termino a presente acta.
O Secretário da Comissão Organizadora,
Artur Ribeiro de Oliveira.”

1984

Leva à boca de cena, no ano de 1984, a peça «As Raposas» de Lilliam Helman sob orientação do Mestre Rogério Venâncio.

 

1986

12 Abril de 1986 – Apresentação oficial do Grupo Coral Gaudia Vitae, num espectáculo realizado no Cine Teatro de Mira de Aire. Esta data marca também a separação oficial deste Grupo do Círculo Cultural Mirense.
Constitui-se, desta forma, como o primeiro Grupo Coral a surgir no concelho de Porto de Mós. É actualmente composto por elementos masculinos e femininos oriundos de várias faixas etárias, num total de 23 elementos.

 

1989

8 de Maio de 1989 – A Associação Círculo Cultural Mirense vê o seu trabalho na comunidade reconhecido. É-lhe atribuída a categoria de Instituição de Utilidade Pública, por despacho do Exmº Senhor Primeiro Ministro, Aníbal Cavaco Silva, em Conselho de Ministros de 17 de Abril de 1989.

Durante estes anos, e para além do Teatro que entretanto suspende a sua actividade, o Círculo continuou a levar a música avante com a sua Banda Filarmónica sob orientação do Maestro Élio Fróis, e Orquestra Típica sob orientação do Maestro Rui Carreira.

Além da Banda e da Típica, proporcionou Escola de Pintura e Vitral sob orientação do Prof. Mateus Delgado e Ginastica de Manutenção/Step sob orientação da Profª Rosete Matias. Estas duas valências adquirem cada vez mais alunos, conquistando parte importante da actividade da Colectividade nas décadas seguintes.

Com a colaboração do CCM, e só nesta década, os alunos da Escola de Pintura expõem as suas obras no Castelo de Porto de Mós; na Galeria do PNSAC de Mira de Aire, no Posto de Turismo de Fátima, no Átrio-Galeria do Hospital de Stª Isabel de Torres Novas. Colaborou ainda nas Exposições de Pintura de Arte Contemporânea levadas a cabo pela Comissária Srª Dª Guida Loureiro, nomeadamente no Castelo de Porto de Mós e Galeria do PNSAC de Mira de Aire.

2002

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A 8 de Fevereiro de 2002, são alterados os estatutos da Associação. Passa a ser uma Associação de Carácter Cultural e Formativo que compreende, nas suas actividades, todas as secções culturais e recreativas que a Direcção entenda promover, nomeadamente, Escola de Música, Ballet, Aeróbica, Ginástica, Dança Moderna e de Salão, Coral, Teatro, Orquestra Típica e Biblioteca. Nesse mesmo Verão, cria a Escola de Música para formação de novos elementos das suas Bandas.

 

Em Junho do mesmo ano, promove a Primeira Semana Cultural de Mira de Aire onde realizou vários Concertos Musicais, uma Feira do Livro, Exposição de Artesanato e de Pintura de Arte Contemporânea, acompanhada de momento solene com poesia declamada e música no Centro de Exposições do PNSAC (Igreja Velha).

 

2003

Comemora o 25º Aniversário da Associação: participa activamente na feitura e organização da 1ª Semana Cultural Concelhia levada a cabo pela Câmara Municipal de Porto de Mós em Mira de Aire. Ao mesmo tempo, promove a sua Segunda Semana Cultural em Mira de Aire (de 31 de Maio a 9 de Junho), com Concertos musicais, Exposições de Pintura e artesanato e um Jantar-Concerto na Baiuca da Piação.

5 de Junho de 2003: O Círculo Cultural Mirense tem a honra de ser agraciado com um Voto de Louvor concedido e aprovado por unanimidade, em sessão ordinária, pela Assembleia Municipal de Porto de Mós.

– Cria a Escola de Ballet Infantil e Expressão Corporal sob a orientação da Profª Cristianne Vieira.

 

2004

Participou na 2ª Semana Cultural Concelhia em Alqueidão da Serra e participou na 1ª Semana Cultural do Agrupamento de Escolas de Mira de Aire e Alvados com Exposição de Pintura e Concertos Musicais .

– Tornou-se o sócio nº 4447 do INATEL

– Criou a Orquestra Jovem Ligeira

 

2005

– Participou na 3ª Semana Cultural Concelhia em Juncal e participou na 2ª Semana Cultural do Agrupamento de Escolas de Mira de Aire e Alvados , com Exposição de Pintura e Concertos Musicais .

– A Escola de Ballet do CCM passou a ser ministrada pela Prof. Susana Valério. Em Maio de 2005 participou no Festival das Escolas de Dança, que teve lugar na Casa de Cinema de Porto de Mós , tendo sido considerado uma das melhores actuações do Festival.

– Em Junho, promove um espectáculo de dança e ballet para o encerramento de ano escolar no salão Polivalente do Agrupamento de Escolas de Mira de Aire .

 

2006

– Em Junho de 2006 e de 2007, a Banda Orquestra Ligeira do CCM colabora com o Grupo Coral Gaudia Vitae e com o Rancho Folclórico de Mira de Aire, respectivamente, para as participações nas Marchas Populares promovidas pela Câmara Municipal de Porto de Mós, além das participações anuais nas Festas de S. Pedro em Porto de Mós.

– Integra a 4ª Semana Cultural Concelhia em Cabeça Veada, S. Bento, Arrimal, Serro Ventoso e Mendiga com Exposição de Pintura e Concertos Musicais .

– Integrou as comemorações do 25 de Abril, nos Jardins de Porto de Mós, com um Concerto Musical. A a partir desta data a Banda Filarmónica, a Orquestra Jovem Ligeira e a Escola de Música passaram a ser orientadas pelo Maestro Luís Carreira.

– Promove encontros de Bandas com as Bandas de Pataias, Juncal e Alpedriz.

– A Escola de Pintura do CCM integra e organiza no Castelo de Porto de Mós uma Exposição de Pintura do pintor Hans Pieter Zingraff. A exposição é planeada e em conjunto com a Comissária Guida Loureiro.

– Integrou promoveu e proporcionou, em protocolo conjunto com o Mirense Andebol Clube e com o Agrupamento de Escolas, o primeiro Projecto de Prolongamento Escolar.

– Iniciou obras de remodelação no edifício-sede após mudança da Junta de Freguesia para as novas Instalações .

 

2007

– Organizou as comemorações do Dia Internacional da Música em Mira de Aire em colaboração com o Agrupamento de Escola de Mira de Aire e Alvados.

 

2008

– Comemoração do 30º aniversário

– Participou nas cerimónias do lançamento da 1ª Pedra da Casa da Cultura de Mira de Aire, com a participação da Banda Filarmónica.

– Sob orientação da Drª Rosa Pessegueiro, organiza Matinés Culturais e Audiovisuais aos fins de semana, destinadas a todas as crianças que quisessem participar.
No mesmo ano, disponibiliza sala e equipamento para receber formações no âmbito das «Novas Oportunidades» e para serem ministrados cursos de Inglês, desta feita para o público jovem e adulto.

– Recebe a sede da Mata Jovem – Associação Juvenil em Meio Natural, à qual disponibiliza uma sala para o desenvolvimento da sua actividade. Esta Associação, sendo uma das mais dinâmicas associações de todo o Concelho, mantém-se nas instalações do Círculo até aos dias de hoje.

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– Termina as Remodelações da sua sede: obras e pintura geral do edifício.
A Direcção convida toda a população, colectividades locais e entidades públicas a visitar as instalações remodeladas e a participar num beberete acompanhado de actuação dos alunos da escola de guitarra do Prof. Sérgio Barreiro.

– No dia 7 de Junho desse ano, realizou um grandioso Concerto com a Banda da Força Aérea Portuguesa no largo da igreja de Mira de Aire tendo, de seguida, recebido os elementos da Banda da FAP na sua sede, onde lhe foi oferecido um Jantar de Boas-vindas e agradecimento, no Salão Grande .

– Até Dezembro de 2010, a Banda Filarmónica e a Orquestra Ligeira – produto da transformação da Orquestra Típica – asseguraram as Festas de Natal em honra de Nª. Srª do Amparo e do Verão em honra de Nª. Srª da Boa Morte de Mira de Aire.
Participaram também em Encontros de Bandas e de Orquestras, em comemorações de efemérides e espectáculos noutras localidades, nomeadamente Porto de Mós, Juncal, S. Catarina da Serra, Castanheira de Alcobaça, Azoia, Batalha, Alpedriz, Covão da Carvalha, Barreira, Gaeiras, Pataias, Corredoura , S. Miguel, Clube Náutico das Docas de Lisboa , Teatro Nacional Dª Maria II em Lisboa e outras localidades.
Foram dirigidas pelos Maestros Élio Frois, Rui Carreira , Luís Carreira da BFAP e, por último, pelo maestro Simão Francisco. Mais tarde, com a saída do Maestro Luís Carreira e entrada do novo Maestro Simão Francisco, iniciou o Projecto para um Conservatório de Música Concelhio e semi-público, tendo iniciado o ano zero.

Escola de Ballet
Promoveu anualmente um espectáculo de Ballet, onde participam as suas alunas, devidamente coreografado. Participou anualmente nas Comemorações do Dia Mundial da Dança e nos Festivais de Dança promovidos pela Câmara Municipal de Porto de Mós, no Teatro Auditório de Porto de Mós.

Participou no Concurso Concelhio de Dança em Porto de Mós, onde as nossas alunas ficaram classificadas em 2º lugar.

2010

Participou, em conjunto com a Banda Portomosense, no concerto que formalizou a candidatura das Grutas de Mira de Aire às «7 Maravilhas Naturais»

25 de Dezembro de 2010
Inauguração da Casa da Cultura de Mira de Aire: o CCM integra a larga lista de Associações incluídas na recepção à população – que respondeu em massa – com uma exposição de Pintura e um Concerto Musical.
A noite foi cheia de Cultura: pelo recém-inaugurado palco passaram também o Centro de Artes e Ofícios Roque Gameiro, de Minde, o Rancho Folclórico de Mira de Aire, o Quarteto de Saxofones da Banda de Mira de Aire, o Grupo Coral ”Gaudia Vitae”, a Bandinha Mirense, a jovem fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Mira de Aire e a cantora mirense Carla Ribeiro.

– Em Janeiro de 2010, participou no 1º Encontro Nacional de Clarinetes em Arazede. Mais tarde, em Setembro, integra o X Encontro de Bandas Nacionais em Mação, juntamente com a Banda de Alhadas de Baixo, da Figueira da Foz e a Banda de Mação, encerrando os Jardins de Verão da Filarmónica União Maçaense desse ano.

 

2013

– Dezembro de 2013 marca o início do Clube de Leitura.
A 1ª Edição deste evento conta com a presença do escritor José Luís Peixoto, na sede do Clube União Mirense. Estiveram presentes cerca de 60 pessoas, que tiveram oportunidade de privar com o galardoado escritor e ver autografadas as suas obras literárias.

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2014

Em Fevereiro, o Clube de Leitura levou Sónia Azoia à Casa da Cultura, para a sua 2ª edição. A empreendedora e pasteleira mirense, Mestre pela Wilton School of Cake Decorating and Confectionary Art, apresentou o livro “Como criar um negócio de bolos decorados” que atingiu o top de vendas nacionais da sua categoria, nesse mesmo ano. Fez também demonstrações de cozinha e partilhou uma receita familiar antiga para todos os presentes.

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Em Março, o auditório do Clube União Mirense recebe a 3ª sessão do Clube de Leitura. O professor Carlos Santos convidou todos os presentes a ajudar no equipamento de uma biblioteca da cidade de Same, Timor Leste, ao fazer a troca do seu livro Loro Sa’e e o Bornal das Histórias por livros que cada participante da sessão trouxesse de casa. Os mirenses responderam de forma generosa: foram doados mais de 500 livros para este projecto. Depois de lidos contos da publicação do escritor, a sessão entrou noite dentro com a actuação da banda Groove In.


Finalmente, em Abril, a 4ª Sessão do Clube de Leitura do CCM é feita novamente no Clube União Mirense, comemorando o Aniversário da Vila de Mira de Aire, com Poetas e Poetisas Mirenses. Uma noite única, plena de palavras densas, onde se rimou por amor, pela família, por política, e com tempo para bonitas homenagens por parte de quem quis declamar.

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– Janeiro de 2014 – Início da valência “Danças Latinas”, com a Professora Filipa Pereira.
Na sequência do sucesso da modalidade em Mira de Aire, surge o auto-denominado Grupo “Pé Leve”, formado por um conjunto de amigos que frequentavam a actividade no Círculo. Este grupo chega mesmo a integrar o espectáculo da Gala do 36º Aniversário do Círculo Cultural, em Junho do mesmo ano. A valência “Danças Latinas” viria a ser ministrada durante 3 anos.

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– 7 de Junho de 2014 – Grande Noite dos 36 Anos do CCM. Aniversário da colectividade, que marca o lançamento da nova imagem da Instituição. A Casa da Cultura de Mira de Aire recebe um espetáculo de dança – a Academia DiArte Dance, de Porto de Mós – e teatro – o Grupo Um Par de 5, do CCM. A noite termina com homenagem ao antigo presidente e director, o saudoso António José Chareca.

 

Setembro de 2014 – Início da valência “Yoga”, com a Professora Sílvia Morais, ex-directora do Centro de Yoga Prama em Lisboa.
Nos primeiros anos, o sucesso desta valência podia ser medida inclusivamente pela quantidade de interessados em lista de espera para ingressar nas aulas em Mira de Aire, mas também em Minde, Malhou, Gouxaria ou Torres Novas. O Yoga, com grande procura na nossa Vila e redondezas, mantém-se até hoje com um grupo de cerca de 12 elementos.

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Também em Setembro, é Fundada a Escola de Rock do Círculo Cultural Mirense, que lecciona segundo a metodologia da creditada Rock School of London. Coordenador Rudolfo Freitas; professores: Rudolfo Freitas (bateria), Rafael Umbelino (guitarra), Tiago Rodrigues (baixo e combo), António Menezes (canto).
Inicia actividade com as valências de Guitarra Eléctrica, Guitarra Clássica, Guitarra Baixo e Bateria, com um total de 11 alunos. Hoje, conta também com as modalidades de Canto, de Acordeão e Concertina.

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Em Novembro do mesmo ano, e de forma a dinamizar e complementar as aulas regulares, é organizada a 1ª MasterClass da Escola de Rock, para o instrumento Bateria. Contou com o convidado e músico Vicky Marques, que trabalhara até à data com renomeados artistas como Mariza, Mafalda Veiga, Paulo Gonzo ou Ivan Linz. Estão presentes 13 Formandos, e conta com a colaboração e sorteio de material especializado da loja de Música Castanheira Somúsica e das marcas Sabian e Taye Drums.

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2015

28 de Fevereiro e 1 de Março de 2015
O Grupo de Teatro “Um Par de 5” do Círculo Cultural Mirense leva à cena a comédia “Uma Casa Portuguesa… sem certeza!”. A peça é um verdadeiro sucesso: ambas as sessões – Sábado à noite e Domingo à tarde – enchem a sala principal da Casa da Cultura em Mira de Aire.

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2017

2017 e 2018 são sinónimo de projectos importantes para a Colectividade, como o Programa dos 40 Anos do CCM, em que se inclui um ambicioso programa de recolha de fundos para obras no edifício-sede.
Estes anos marcam também o aparecimento de novas actividades e valências para os Associados, tais como o Low Pressure Hipopressivos, ministrado nas aulas da Prof. Rosete Matias; Fit Training, pela Prof. Diana Correia, e Biodanza ministrada pela Facilitadora Creditada de Biodanza, Prof. Joanildes Medeiros.

 

2018

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2018 é também o ano da reformulação da valência de Pintura. À semelhança da Escola de Rock, esta actividade cresce, e passa a ser chamada de Escola de Artes Plásticas, podendo incluir workshops de desenho, técnicas de pintura e ensino de diversas artes plásticas pelos professores residentes ou artistas convidados.
A Coordenação da Escola e ensino da aula regular de Pintura e Artes Plásticas passa a ser ministrada pela Prof. Zélia Bica. A Prof. Custódia Chareca é também convidada a continuar a integrar o corpo de coordenação desta valência.

 

 

O resto, ora o resto…
A nossa História o dirá.